Aluguel de curta temporada pode render até 30% mais que locação tradicional e atrai investidores para o litoral norte de SC
No litoral norte de Santa Catarina, cidades como Balneário Camboriú, Itajaí, Penha e Piçarras despontam como rota preferencial de quem busca renda com aluguel de curta temporada, modalidade que já rende até 30% mais do que a locação tradicional.
O aluguel de curta temporada via plataformas digitais se tornou uma das frentes mais rentáveis do mercado imobiliário em destinos estratégicos do país, especialmente para investidores iniciantes que buscam rentabilidade com locação, rentabilidade do bem e segurança patrimonial. Em regiões turísticas consolidadas e com alto índice de valorização, a renda com esse tipo de ativo sob demanda pode chegar a ser até 30% maior do que no aluguel tradicional, impulsionada por diárias mais altas, maior rotatividade e valorização acelerada do metro quadrado, especialmente em polos como o litoral norte de Santa Catarina, que concentra 4 das 5 cidades com o metro quadrado mais caro do país. Na faixa que vai de Balneário Camboriú a Piçarras, passando por cidades como Itajaí e Penha, as taxas de ocupação de imóveis voltados ao “short stay” (diária de curta duração) se mantêm em patamares elevados ao longo de quase todo o ano, ou seja, com bom desempenho mesmo fora da alta temporada.
“O litoral norte de Santa Catarina hoje é um dos mercados mais cobiçados do Brasil para curta temporada. Há demanda sólida, liquidez e uma valorização patrimonial que segue acima da média nacional com usabilidade variada: profissionais, universitários, participantes de eventos e turistas”, afirma Renato Monteiro, presidente da Sort Investimentos e especialista em mercado imobiliário.
Segundo o executivo, a infraestrutura turística aliada ao desenvolvimento econômico e força industrial do litoral norte de Santa Catarina no eixo Penha–Piçarras é reforçada pela facilidade de acessos (aéreo, terrestre e marítimo), pelas universidades na região, pela força industrial de Itajaí e pela proximidade com o Beto Carrero World, maior parque temático da América Latina, fatores que intensificam a procura por diárias curtas e médias nesse eixo ao longo de todo o ano. “Além de Balneário Camboriú e Itajaí, Penha e Piçarras têm recebido um fluxo crescente de investidores, atraídos por imóveis ainda com preços mais competitivos, mas já com histórico de valorizações expressivas e calendário de ocupação aquecido por turistas de estados como São Paulo e Paraná”, explica.
No recorte entre Balneário Camboriú e Itajaí, o perfil da demanda ajuda a explicar a força do segmento. Itajaí concentra um fluxo relevante de turistas de negócios, ligados ao porto, às indústrias, às universidades e ao polo náutico, o que garante procura constante por locações de curta e média duração ao longo do ano. Já Balneário Camboriú é um dos destinos turísticos mais cobiçados do Brasil, colada em Itajaí e com beira-mar valorizada, calendário intenso de eventos e um conjunto de atrações e equipamentos turísticos que se renovam a cada temporada, o que sustenta diárias mais elevadas e alta ocupação.
Nessas regiões, o perfil dos imóveis mais disputados inclui estúdios de alto padrão e apartamentos compactos de dois dormitórios em condomínios com estrutura de serviços, pensados para uso misto entre lazer, trabalho remoto e renda com locação. “Para quem vai investir pela primeira vez, o caminho natural é começar com um estúdio bem localizado, entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão, que tenha boa gestão para garantir uma boa ocupação. Depois, esse ativo pode virar moeda de troca para imóveis maiores, em uma estratégia de diversificação de carteira”, diz Monteiro.
Ele pondera, porém, que o modelo exige profissionalização: o investidor precisa considerar custos de mobília, manutenção, limpeza, taxas das plataformas, além de respeitar regras condominiais e de uso do imóvel. “Aluguel de temporada é mais parecido com renda variável do que com renda fixa. Pode entregar retornos muito acima da média, mas só funciona bem para quem escolhe a localização certa e trata o imóvel como um negócio, não como um hobby”, conclui.
Sobre o Grupo Sort
O Grupo Sort é comandado por Renato Monteiro e reúne empresas dos segmentos imobiliário, tecnologia, indústria e varejo, entre elas a Fast Sale, a PipeImob Tecnologia, a Sort Empreendimentos e a Sort Investimentos. Com mais de R$ 8 bilhões em ativos sob assessoria, o grupo se destaca pela seleção e gestão de imóveis voltados a investidores de diferentes perfis, com forte atuação no mercado de galpões logísticos. Atualmente, administra mais de R$ 3 bilhões em ativos nesse segmento, com taxa de vacância inferior a 3% e crescimento expressivo em negociações de terrenos e empreendimentos logísticos em todo o país.
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